Flávio Bolsonaro diz que 'ministros do Lula' no STF 'trabalharam forte para blindar Moraes'
16/09/2026
(Foto: Reprodução) Flávio Bolsonaro participou de evento de campanha ao lado de aliados, em Fortaleza, na noite desta terça-feira (15).
Thiago Gadelha/ SVM.
O candidato à Presidência da República Flávio Bolsonaro (PL) avaliou como "positiva" a sessão do Supremo Tribunal Federal (STF) desta terça-feira (15) e afirmou que "ministros do Lula" atuantes na Corte "trabalharam forte para blindar Alexandre de Moraes". A declaração foi dada em evento de campanha ao lado de aliados, em Fortaleza, na noite desta terça-feira (15).
A sessão do Supremo Tribunal Federal (STF) desta terça-feira (15), a primeira sobre crise Master que atinge a Corte, terminou com 4 votos a 3 para manter separadas as análises pelo Supremo das condutas de Alexandre de Moraes, na relação com Daniel Vorcaro, e de André Mendonça, na condução do relatório do caso Master.
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"Hoje é um dia de esperança para o povo brasileiro. Alexandre de Moraes será investigado pelos crimes em tese que ele cometeu. Não aconteceu hoje porque a tropa de choque do Lula no Supremo entrou em campo, em especial Flávio Dino, ex-ministro da 'Injustiça' de Lula, que pediu vista depois de já ter lançado o próprio voto dele", afirmou Flávio Bolsonaro.
"Mas é um alento saber que, se fosse há um ano, ninguém imaginaria que isso pudesse acontecer. Então o julgamento vai avançar, e fica aí o recado. Ninguém pode acreditar que, com o Lula reeleito, alguma coisa vai mudar nesse país. A minha leitura é que acaba sim sendo positiva, apesar de algumas intempéries ali... da tentativa de blindagem de Alexandre de Moraes, para tentar garantir a impunidade dele, que não vai acontecer", completou.
Segundo Flávio, "todo mundo viu que os ministros do Lula trabalharam forte para blindar o Alexandre de Moraes". "Votar em Lula é votar em Alexandre de Moraes. Os ministros do Lula estão apostando tudo na eleição do Lula para tentar garantir a impunidade do Alexandre de Moraes", enfatizou o candidato pelo PL.
O senador afirmou ainda que, eleito presidente da República, vai indicar cinco ministros para o STF. "Homens e mulheres que sejam contra o aborto, contra as drogas, que respeitem a Constituição acima de tudo e que estejam lá para obedecer a Constituição, e não para defender interesses pessoais, como está acontecendo hoje no Supremo", apontou.
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